quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

"Como se o mundo não tivesse o direito de fartar-se da mesma comida política podre ..."

"...Como se o mundo não tivesse o direito de (...) fartar-se da mesma comida política podre servida em abundância aos selectos comensais dos palácios do poder em Washington"

Excerto de artigo de Pepe Escobar, intitulado: "Wikileaks: O imperador está nu" - "Asia Times Online", ler artigo em esquerda.net.



domingo, 5 de dezembro de 2010

Em defesa da WikiLeaks ...

Entrevista a Julian Assange - TEDTalk (Julho 2010)


segunda-feira, 14 de junho de 2010

Por uma investigação independente aos assassinatos israelitas!

Segue parte do texto da petição sobre o ataque homicida de israel à frota humanitária que seguia em direcção a Gaza, com ajuda alimentar. Com o bloqueio israelita imposto à população palestiniana da faixa de Gaza, esta encontra-se cercada à cerca de 4 anos, com restrições à circulação de bens e pessoas, à entrada de alimentos e medicamentos, com efeitos devastadores sobre a sua população. A petição já conta com cerca  de 500 mil assinaturas:


"Petição aos governos e instituições internacionais:


Nós pedimos uma investigação independente e imediata sobre o ataque israelense à frota de barcos, responsabilizando os culpados. Pedimos também a remoção imediata do bloqueio a Gaza"

Para ler e assinar a petição.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

FIM À OCUPAÇÃO ISRAELITA!

BASTA DE CRIMES!

FIM AO BLOQUEIO A GAZA!


ver cartaz de convocação de manif. para 02/06 (4ª f.), Lisboa, em 2+2=5


A Amnistia Internacional considera que:

"o bloqueio não tem como alvo grupos armados mas sim a população de Gaza em geral, que é punida com a restrição à entrada de alimentos, medicamentos, equipamentos educacionais e materiais de construção",
"sem grande surpresas, as consequências do bloqueio, são mais visíveis nos sectores mais vulneráveis da população de Gaza, que ascende a 1,5 milhão de pessoas: as crianças, os idosos e os enfermos",
"o bloqueio consiste naquilo a que a lei internacional considera com punição colectiva e deve ser levantado imediatamente".

Ler apelo em Amnistia Internacional

quarta-feira, 5 de maio de 2010

A solução final israelita!...

Vergonha!!...
O mundo assiste silencioso e em directo a esta solução final, dirigida por israel aos Palestinianos.
De facto, os israelitas aprenderam muita coisa com os seus ex-carrascos nazis ...

Sobre alguns dos últimos acontecimentos ler: Daniel OliveiraEsquerda.net, Esquerda.net

quinta-feira, 25 de março de 2010

Divulgação de Petição sobre "Tratado de Comércio de Armas"

Alguns números:

Anualmente;

- Mais de 300 000 pessoas são assassinadas.

- Mais de 1 000 000 de pessoas são feridas por armas.

- Mais de 200 000 pessoas são vítimas de homicídio com armas.

- No contexto de guerra e de conflitos armados entre 60 a 90 000 pessoas são mortas.



Visualização de Stop the bullets. Kill the gun.




Segue texto da Amnistia Internacional sobre Campanha de Controlo de Armas:




Participe na petição ao Presidente Barack Obama


A circulação desregrada de armas alimenta os conflitos, fomenta a pobreza e os abusos de direitos humanos. Chegou a altura de pedir ao Presidente Obama e à Secretária de Estado Hillary Clinton que apoiem imediatamente a criação de um Tratado de Comércio de Armas eficaz.


Em 2006, activistas da campanha Controlar as Armas, como você, ajudaram a colocar na agenda das Nações Unidas o Tratado de Comércio de Armas. Desde então, os EUA já votaram duas vezes contra a criação deste tratado.


Com o Presidente Obama na Casa Branca, há potencial para uma nova abordagem nas políticas externas da América. Obama já disse que defende um mundo livre de armas nucleares e um tratado inter-americano sobre tráfico de armas de fogo. A Semana de Acção Global é uma oportunidade para o presidente Obama ouvir a sua voz e apoiar um Tratado de Comércio de Armas.


Participe na petição ao presidente Obama. O mundo não pode esperar!

terça-feira, 23 de março de 2010

De ti ausente!

(A propósito de clip de Peter Murphy, ouvido em blogue que não registei ...)



O ar ergue-se

vislumbra o horizonte

expânde-se em direcção a vitais ramificações

a apelos de sequiosa seiva

voluntariosamente respondendo








Soêrgo-me

por suaves fragâncias percorrido

do torpor libertado,

lânguidos espasmos,

ténues melodias





Andreas

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Radicalismo versus superficialidade



O período de todos os radicalismos



- A 13/01/2009 - em plena tormenta - o Secretário da ONU multiplicava-se em apelos.
Afirmava: falta alguém para "iniciar a liderança do processo de reestruturação da economia mundial", acrescentando, o "B.M. e o FMI nada fizeram, a OCDE também não, o G7 nada - estamos à espera que alguém do G20 assuma essa liderança...".
Estes, parece, não terem ficado indiferentes ao apelo. Assim no final da cimeira dos G20, em Londres a 02/04/2009, emitiram uma declaração, onde constava:
- "... exigência de transparência, contra a opacidade ...",
- "... combate aos off-shores ..." (A OCDE apontou uma lista de países não cooperativos na troca de informações fiscais),
- "... o sigilo bancário do passado tem de acabar ...",
- "... exigência de registo de movimentos de capitais ...",
- "... defesa de uma regulação financeira eficaz ...",
- "... estender a supervisão a agências de supervisão de classificação de risco de crédito ...".

(Embora possa parecer, o que acima se encontra escrito não foi retirado do programa do BE (nem do do PC), são, sim, transcrições praticamente literais, da referida declaração dos G20).

- O "observador da santa sé" junto da ONU, defendia a 26/05/2009 - numa intervenção nesta organização:
- "... a necessidade de um desenvolvimento financeiro sustentável ...",
- "... regulamentação para garantir transparência global e o controlo a todos os níveis do sistema financeiro ...".

- Sarkozy - falava (pela mesma altura) da necessidade de "um mundo novo" ...

- O Sr. van Zeller, defendia num "prós e contras" (após a crise já ser declarada uma evidência), que o Estado devia passar a intervir na economia - fazendo antever que na intervenção seguinte iria defender os planos quinquenais ...

Estava-se, é claro, a assistir à chegada das, alterosas vagas, que, ameaçavam tragar os continentes ...

Mas o registo iria mudar ...