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sábado, 7 de fevereiro de 2015

“Não à chantagem! Não capitulamos! Não temos medo! Não voltamos atrás! Venceremos!” - Grécia







(Divulgação)



Gregos vão às ruas contra a chantagem


Convocatória partiu das redes sociais, depois que se souberam as medidas do BCE e as exigências do governo alemão. O seu lema foi: “Não à chantagem! Não capitulamos! Não temos medo! Não voltamos atrás! Venceremos!”



Manifestação foi convocada nas redes sociais. Foto left.gr


Os gregos reagiram com manifestações de rua às pressões do BCE do governo alemão que procuram reverter o rumo antiausteridade imposto pelo novo governo de Atenas.

No próprio dia em que o Banco Central Europeu anunciou restrições ao crédito aos bancos gregos e que o ministro das Finanças alemão exigiu a reversão das novas medidas adotadas pelo primeiro-ministro Alexis Tsipras, uma convocatória nascida nas redes sociais reuniu muitos milhares dee pessoas em muitas cidades do país.


A multidão, desta vez, é em apoio ao governo. E não há barreiras. Foto do Keep talking Greece

O seu lema foi: “Não à chantagem! Não capitulamos! Não temos medo! Não voltamos atrás! Venceremos!”

Para além da concentração na praça Syntagma, em Atenas, houve manifestações em Salónica, Patras, Heraklion, Chania, Kastoria e outras cidades.



Manifestação em Iraklio, Creta




- A partir de: esquerda.net





sábado, 10 de janeiro de 2015

1 vento fresco sopra do berço da civilização ocidental (uma referência, obviamente, à Grécia antiga ou clássica) – onde (além de quase todas as outras coisas ...) teve origem e nasceu a expressão, o conceito e a prática da democracia ...









(divulgação)






Tsipras: Em 26 de janeiro, o governo da maioria das pessoas!

A direção do Syriza aprovou por larga maioria as bases do programa de Governo para discussão a Conferência Permanente da coligação. Leia aqui os principais pontos. Artigo do diário Avgi.


4 de Janeiro, 2015 - 12:11h






Alexis Tsipras apresentou as linhas programáticas de Governo perante um pavilhão lotado em Atenas. Foto Left.gr



Alexis Tsipras apresentou o programa de governo do SYRIZA no início da Conferência Permanente do partido no Ginásio Taekwondo em P. Faliro. O presidente do SYRIZA referiu-se à campanha terrorista da ND nos média, sublinhando que «A. Samarás se esconde da luz e convoca os fantasmas. Ressuscita o medo, ressuscita o fantasma da Grexit [saída da Grécia da EU], ressuscita o fantasma da falência. E é o próprio primeiro-ministro, sem qualquer respeito pelo seu estatuto, a conduzir esta dança de zombies, usando como música de fundo a mentira em todas as suas versões, indo ao ponto de usar a palavra verdade numa campanha de mentiras.»

Seguidamente, Alexis Tsipras referiu-se à dimensão europeia da próxima vitória do SYRIZA, observando que «no 25 de Janeiro na Grécia repousa a Europa democrática, a maioria social que se opõe à austeridade.» E assinalou que «a 25 de Janeiro, começa aqui, a partir da Grécia, a mudança necessária na Europa. E mais para o final deste ano, a nossa vitória traduzir-se-á pela vitória do povo espanhol, com a entrada no governo do PODEMOS e da Esquerda Unida. E um ano depois será a vez do povo irlandês, com o Sinn Féin de Gerry Adams. E, gradualmente, as situações semelhantes ir-se-ão multiplicando.»

Sublinhou a anulação das campanhas de alarmismo dos centros nacionais e estrangeiros através dos relatos da imprensa europeia que interpretam os acontecimentos políticos na Grécia como a mensagem para a necessária mudança política e o sinal para o fim da austeridade na Europa.

Em seguida, referiu-se às pesadas responsabilidades que cabem ao falido sistema partidário no que toca à destruição causada na sociedade grega pelas políticas dos memorandos. Como ele disse, «os fautores da podridão e da crise, a Nova Democracia e PASOK, vão-se embora tendo afundado o país, tendo servido de alcoviteiros da corrupção, das redes de interesses e da cleptocracia».

• Vão-se embora, tendo entregue as chaves do país aos credores e à Troika. Com efeito, nunca negociaram nada!

• Vão-se embora, deixando atrás de si cerca de metade da população do país na pobreza, ou seja, 6,3 milhões de seres humanos nossos irmãos.

• Vão-se embora, tendo deixado quase um terço da força de trabalho desempregada e 71% de desempregados no desemprego de longa duração.

• Vão-se embora, tendo-se comprometido perante a troika, com o famoso e-mail do Sr. Samaras, a efectuar novos cortes nos salários e pensões, novos aumentos nas taxas de IVA, nos medicamentos, nos alimentos, nas contas de água e energia eléctrica, bem como a suprimir, a partir de 2015, o abono de solidariedade social a cerca de 320.000 pensionistas pobres.

As mesmas forças políticas têm como programa o novo memorando e novas duras medidas de austeridade, incluindo o massacre das vendas em leilões das residências principais. Seguidamente, Alexis Tsipras vincou a sua certeza de que «a 26 de janeiro o povo grego vai pôr cobro definitivamente à humilhação nacional e à crise humanitária. Vai acabar com os memorandos absurdos. Através do voto no SYRIZA. Através de um governo da maioria do povo. Um governo de maioria SYRIZA.»

Este governo, tal como analisado por Alexis Tsipras, tem as seguintes «posições simples e realistas»:

«Primeiro:

Rejeitamos a lógica dos superávits primários irrealistas que é o outro nome da austeridade. Que é a própria austeridade.

E nós permanecemos firmes na prossecução orçamentos equilibrados e principalmente quanto à necessidade de excluir do cálculo do défice o programa de investimentos públicos.

Em segundo lugar:

Procuramos um acordo quanto aos instrumentos de desenvolvimento que hão-de contribuir para o desenvolvimento global de todos os cidadãos.

Em terceiro lugar:

Nós protegemos o sistema bancário, no quadro do BCE, garantindo os depósitos dos cidadãos gregos.

Em quarto lugar:

Negociaremos, no âmbito da UE e das instituições europeias, o quadro de um novo acordo de serviço da dívida realista e de desenvolvimento da economia real para benefício mútuo, a fim de virmos a alcançar os seguintes objetivos:

• Supressão da maior parte do valor nominal da dívida para esta se tornar sustentável, através de mecanismos que não prejudiquem os povos da Europa, mas através de mecanismos europeus colectivos. «Tal foi feito para a Alemanha em 1953. Também pode ser feito para a Grécia, em 2015», observou Alexis Tsipras por entre aplausos.

• «Cláusula de desenvolvimento» no reembolso, de forma a que este seja efetuado a partir do crescimento económico e não a partir do excedente orçamental.

• Período de carência, ou seja, «moratória» no serviço da dívida, por forma a reservar recursos imediatos para o desenvolvimento e o relançamento da economia.

• Exclusão do programa de investimento público das limitações do Pacto de Estabilidade e Crescimento para um determinado período.

• Acordo sobre «um New Deal europeu», com investimento público para o desenvolvimento.

• Flexibilização quantitativa (quantitative easing) por compra directa de títulos públicos pelo Banco Central Europeu. Esperamos que isto se vá tornar realidade na reunião do Conselho de Governadores do BCE, em 22 de janeiro.»

O programa do governo do SYRIZA apresentado em Salónica inclui, como sublinhou Alexis Tsipras, reformas reais progressistas necessárias à sociedade - e não as contra-reformas neoliberais da desestruturação económica e social. O programa assenta nos seguintes quatro grandes pilares:

I. O nosso programa para enfrentar a crise humanitária,

II. As medidas imediatas para relançar a economia.

III. O plano nacional para o crescimento do emprego.

IV. As reformas do sistema institucional e a democratização da administração pública.

I. Quanto à resposta imediata à crise humanitária e ao apoio às pessoas com reformas reduzidas, são as seguintes as medidas:

1. Electricidade e cupões de alimentação gratuitos para pelo menos trezentas mil famílias

2. Programa de garantia de habitação

3. Décimo terceiro mês para os reformados com uma pensão inferior a 700 euros.

4. Meios de saúde e farmacêuticos grátis

5. Cartão de viagem especial

6. Abolição do imposto sobre o consumo do gasóleo de aquecimento

II. O segundo pilar inclui as medidas destinadas a relançar a economia. É seu objectivo apoiar as pequenas e médias empresas, mas também o aumento das receitas públicas pela regularização dos pagamentos em atraso.

• Estabelecimento de comités regionais específicos de acordo amigável para recuperar imediatamente as dívidas ao sector público e aos fundos de pensões.

• As prestações não devem exceder 30% do rendimento anual do devedor.

• Os juros de mora e as multas não poderão ultrapassar 30% da quantidade inicial do capital em dívida.

• Quem aceitar estes acordos verá imediatamente regularizada a sua situação fiscal e perante a segurança social.

• Serão imediatamente anulados os processos judiciais e as apreensões a quem aceitar estes acordos; os mesmos processos e apreensões serão suspensos no caso de quem comprovadamente não dispuser de rendimentos.

• Será revogado processo de flagrante delito por dívidas ao sector público, que é inconstitucional.

• Será revogada a guilhotina fiscal, a liquidação do imposto único sobre imóveis. E será aprovado o imposto socialmente justo sobre as grandes riquezas imóveis.

• Franquia fiscal de 12.000 euros para todos.

• Instituiremos o Banco de Desenvolvimento Público e bancos especiais para as PME e os agricultores.

• E, finalmente, avançaremos para o programa de perdão das dívidas com a regularização do crédito mal parado.

Sobre a questão das vendas em leilão de casas apreendidas, o SYRIZA compromete-se:

«Com o SYRIZA no governo, as gregas e os gregos vão poder dormir tranquilamente em suas casas. Suspenderemos os leilões das residências principais. Não deixaremos os bancos tocar na primeira residência da classe média e dos trabalhadores. Ponto final!» - declarou Alexis Tsipras.

III. O terceiro pilar inclui as medidas para relançar o emprego.

• Reajuste do salário mínimo para 751€ para todos.

• Reabilitação dos acordos colectivos e restauração dos direitos a eles ligados

• Anulação das normas relativas aos despedimentos colectivos

• Implementação do Projecto de criação directa de 300 mil postos de trabalho nos sectores privado, público e social da economia.

D. O quarto pilar inclui as intervenções para a reconstrução institucional e democrática do Estado, assim detalhadas pelo presidente do SYRIZA:

• Mudaremos a estrutura do governo (através da fusão de ministérios, e da abolição de órgãos governamentais) para melhorar a coordenação e o planeamento do relançamento da produção.

No governo do SYRIZA prevêem-se apenas dez ministérios.

Não vai haver um conselho governativo decorativo, mas um órgão de planeamento e coordenação rigorosos da política.

• Eliminaremos as múltiplas instituições governamentais que funcionam como viveiros de corrupção e de difusão da responsabilidade política.

• Sanearemos o sector público dos exércitos de conselheiros e funcionários revogáveis e promoveremos o preenchimento dos quadros dos ministérios, das secretarias de Estado e dos administradores a partir das fileiras dos funcionários públicos

• Revogaremos a legislação disciplinar dos funcionários públicos dos memorandos

• Aboliremos a instituição de colocação sob mobilidade para agilizar a repartição de pessoal entre os departamentos e ministérios.

• Reintegraremos os que foram despedidos à revelia da constituição.

• Revogaremos a lei inconstitucional relativa à avaliação dos funcionários públicos. A avaliação do pessoal e dos serviços será baseada em indicadores objectivos.

Sabemos que o principal problema dos cidadãos é constituído pela burocracia, pelos atrasos, pelo excesso de regulamentação, que na realidade são uma tecnologia de poder e alimentadora da corrupção.

Isto é, pelos procedimentos da administração pública.

Por esta razão:

• Limitaremos o contacto físico entre administração e administrados por forma a lutar contra a pequena corrupção.

Reformularemos os Centros de Serviços aos Cidadãos, transformando-os em centros multi-serviços para cidadãos e empresas e criando departamentos de serviços aos cidadãos em todos os departamentos da administração pública.

• Instituiremos o cartão electrónico para todos os cidadãos com todas as informações necessárias para os contactos com a administração pública

• Eliminaremos os numerosos documentos necessários para a emissão de licenças de construção, alvarás e licenças comerciais.

Em lugar do controlo preventivo introduziremos o controlo repressivo.

• Criaremos um gabinete específico de codificação da legislação sob a responsabilidade do Parlamento grego.

Para os partidos políticos, o SYRIZA compromete-se a:

• Reformar o âmbito dos empréstimos bancários aos partidos, mediante o estabelecimento de um limite máximo de endividamento, a proibição das dívidas de longo prazo e uma proibição geral de empréstimos acima de uma pequena parcela do financiamento do Estado.

• Promover o controle total e a transparência das finanças partidárias

Para os médias:

• Implementaremos disposições legais que:

(1) Permitam que o Banco da Grécia ou as autoridades judiciais competentes efectuem os controlos necessários sobre a origem do financiamento das empresas de comunicação social,

(2) Se apliquem a todas as sociedades anónimas e prevejam que uma empresa deficitária não possa funcionar indefinidamente sem recapitalização.

• Promoveremos concursos para as licenças de funcionamento dos média, a partir da base zero.

No domínio dos contratos públicos, o governo do SYRIZA irá rever o quadro institucional que os rege, respeitando a legislação europeia aplicável.

• Fortaleceremos as instituições de controlo social, a transparência e a divulgação pública em todas as fases,

• Tornaremos mais rigorosos os termos de concepção e execução dos contratos públicos

• Estabeleceremos um quadro institucional objectivo e transparente para a realização de concursos públicos,

• Poremos fim aos concursos falsos!

Finalmente, SYRIZA faz justiça:

• Recolheremos sistematicamente dados e informações relativamente aos concursos problemáticos que estão em andamento ou foram realizados nos últimos cinco anos

• Garantiremos a reparação imediata de qualquer dano pecuniário ou outro ao património, no caso de contratos «pecaminosos».

• Aboliremos as disposições inconstitucionais e ofensivas da democracia que concedem imunidades ao Conselho do Fundo de Estabilidade Financeira e do Gabinete de Desenvolvimento dos Fundos Públicos.

«As imunidades são a confissão de culpa do regime do memorando e seus funcionários, que conscientemente prejudicaram o povo grego. Não esquecemos. Não vamos esquecer!», observou Alexis Tsipras, que se comprometeu também com a consolidação de todos os mecanismos de controlo num corpo único directamente dependente do Primeiro-Ministro.

Neste sentido, os primeiros passos do SYRIZA serão os seguintes:

1. Reforço e apoio do organismo de luta contra a criminalidade financeira e da inspecção do trabalho, salvaguardando a legitimidade da economia privada e da administração pública, mas também saneando o mercado de trabalho da exploração selvagem e das práticas laborais não seguras,

2. Apoiar as autoridades competentes na luta contra o branqueamento de capitais.

3. A reactivação da comissão de avaliação da elegibilidade.

«Com o cálculo e com o sonho. Com realismo e coragem. Vamos ganhar e vamos conseguir. É nosso dever perante a história. É a nossa responsabilidade para com o futuro», terminou o seu discurso Alexis Tsipras no superlotado ginásio Taekwondo.

Artigo publicado no diário Avgi. Tradução de Manuel Resende para o esquerda.net.





- A partir de: esquerda.net







quinta-feira, 17 de outubro de 2013

19 de Outubro (2)






- Informação disponível no site da CGTP:




Ao contrário do que está a circular em alguma Comunicação Social, a Ponte 25 de Abril, sábado, está aberta e a funcionar para o trânsito circular. Apenas o acesso a Alcântara será encerrado devido à concentração a partir das 14 horas. Todos a Marchar por Abril; Todos a Alcântara. A CGTP-IN apela a todos que dêem divulgação a este esclarecimento.




















- Informações várias em:  CGTP





terça-feira, 28 de maio de 2013

1 de Junho - Protesto Internacional (5)




- Chomsky, numa mensagem de apoio à manifestação internacional de 1 de Junho:

«Numa entrevista ao jornal Wall Street, o presidente do BCE, Mario Draghi, declarou ufanamente que o estado social europeu, um dos maiores contributos da Europa moderna para a civilização actual, está "obsoleto" e tem de ser descartado. Eis uma das previsíveis consequências dos cruéis e selvagens programas de austeridade impostos... às populações mais vulneráveis da Europa, juntamente com o também previsível agravamento da crise causado sobretudo pelas instituições financeiras, corruptas e predatórias.
Chegou o tempo de as vítimas se erguerem e unirem em protesto, abrindo caminho para o futuro mais justo que está, seguramente, ao seu alcance.»



_______


- Chomsky supports the call for 1June international demonstration:

«In an interview with the Wall Street Journal, ECB President Mario Draghi grandly proclaimed that the European social contract, one of modern Europe’s major contributions to modern civilization, is “obsolete,” and must be discarded. That is one of the predictable consequences of the cruel and savage austerity programs imposed on the... most vulnerable parts of the European population, along with the equally predictable consequence of worsening the crisis that was caused mostly by the predatory and corrupt financial institutions. The time has come for the victims to rise up and join together in protest and to lead the way towards the more just future that is surely within reach.»





- A partir de:  Que se lixe a troika!



sexta-feira, 24 de maio de 2013

1 de Junho - Protesto Internacional (4)












(divulgação)





INTERNATIONAL PROTEST GATHERS MORE THAN 70 CITIES IN TEN EUROPEAN COUNTRIES


The call released on the last 26th of April in Lisbon, for an international protest on the 1st of June has been answered. In the face of widespread economy disarray and social collapse on various degrees of magnitude throughout Europe, ten countries and over 70 cities (and counting) have answered positively.

Portugal, Spain, Greece, Italy, England, Ireland, Germany, France, Austria and Holland's peoples will stand up on the 1st of June to call for an end to austerity. The international network of resistance against austerity and the troika has been solidly building and will organize an important international event, a common shout to demand a halt to these policies and to the civilizational retrocess being imposed by the troika of the European Central Bank, the European Commission and the International Monetary Fund, aided by complying national governments.

As in Frankfurt Blockupy will protest in front of the European Central Bank Headquarters, in Lisbon the “Que Se Lixe a Troika” will protest in front of the national IMF headquarters, in Madrid, "Mareas Ciudadanas" will protest in front of the national European Commission headquarters, and in dozens more cities all around each of the ten countries protests will take place in search of a future without austerity-ridden policies and the ideological fanaticism which is destroying the most important thing in Europe: its peoples. Athens, Dublin, Paris, Vienna, London, The Hague, Florence, Porto, Barcelona, Marseille, Turin, Vigo, Coimbra, Santander, Bordeaux, Braga, Valencia, Toulouse, Seville, Funchal, Lyon, Tenerife, and dozens more cities and towns are joining!

The call has been supported by film director Ken Loach, political scientist Susan George, historian Eric Toussaint, french MEP Jean-Luc Melenchon, and many many more. The numbers continue to rise. In calls as in supporters.

On the first of June, European countries will cry out with one voice against austerity and the troika. Peoples' struggles are rising and solidarity is a reality for Europe. It will be the answer. The 1st will be the beginning, not the end. The time has come to stop the destruction encompassed in the minds of the leading deciders in an undemocratic Europe. Democracy must rule. Democracy must return. The people shall unite and it shall not be defeated.


- A partir de: Que se lixe a troika!




quinta-feira, 23 de maio de 2013

1 de Junho - Protesto Internacional (3)



- Concentrações/Manifestações:


16:00

Aveiro | Estação CP
Beja | Praça da República
Funchal | Praça do Município
Guimarães | Largo do Toural
Lisboa | Praça de Entrecampos
Loulé | Mercado Municipal
Marinha Grande | Parque da Cerca
Portimão | Praça Municipal
Setúbal | Largo José Afonso
Vila Real | Praça do Município


- A partir de: Que se lixe a troika!



domingo, 5 de maio de 2013

1 de Junho - "Protesto Internacional: Povos Unidos contra a troika!"









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(divulgação)



1 de Junho | Protesto Internacional: Povos Unidos contra a troika!


A Europa está sob um violento ataque do capital financeiro que se faz representar pela troika (FMI, BCE, CE) e pelos sucessivos governos que aplicam as políticas concertadas com estas entidades desprezando as pessoas. Sabemos que esta ofensiva aposta em vergar os povos, tornando-os escravos da dívida e da austeridade. Atravessa a Europa e também deve ser derrotada pela luta internacional.

Cada um de nós, em cada país, em cada cidade, em cada casa, com as suas especificidades, sente na pele as medidas que aniquilam direitos conquistados ao longo de décadas, medidas que agravam o desemprego, que privatizam tudo o que possa ser rentável e condicionam a soberania dos países sob a propaganda da “ajuda externa”. É urgente que unamos as nossas forças para melhor combatermos este ataque.

O apelo que lançámos para uma manifestação internacional descentralizada circulou entre dezenas de movimentos em Espanha, França, Itália, Grécia, Chipre, Irlanda, Inglaterra, Escócia, Alemanha, Eslovénia… Na reunião de hoje, 26 de Abril, em Lisboa, estiveram presentes companheiros e companheiras de vários países da Europa, que discutiram em conjunto esta proposta.

Assim, hoje sai consensualizado a nível internacional que sairemos à rua no próximo dia 1 de Junho: Povos unidos contra a troika!

Este é o início de um processo que se quer descentralizado, inclusivo e participado. Queremos construí-lo colectivamente e juntando as nossas forças. A partir de hoje a data de 1 de Junho será divulgada à escala europeia e todos e todas estão convidados a juntarem-se num protesto internacional contra a troika e contra a austeridade, a favor de que sejam os povos a decidirem as suas vidas.

Apelamos a todos os cidadãos e cidadãs, com e sem partido, com e sem emprego, com e sem esperança, apelamos a que se juntem a nós. A todas as organizações políticas, movimentos cívicos, sindicatos, partidos, coletividades, grupos informais, apelamos a que se juntem a nós.

Queremos continuar a alargar os nossos contactos tanto nacionais como internacionais, porque estamos conscientes que será o somatório das nossas vozes que poderá travar a nova vaga de austeridade que está a ser preparada. Os povos da Europa têm vindo a demonstrar em vários momentos que não estão disponíveis para mais sacrifícios em nome de um futuro que nunca chegará. Por isso pensamos que é chegada a hora de uma grande demonstração da capacidade destes povos de se coordenarem na luta e
na recusa destas políticas.

De Norte a Sul da Europa, tomemos as ruas contra a austeridade!




- A partir de: Que se lixe a troika




segunda-feira, 29 de abril de 2013

1º Maio




- Lisboa:  14h 30'  - Martim Moniz

- Porto:  15h 30'  -  Av. dos Aliados

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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

2 de Março (2)








(39 manifestações, em actualização)

  • Angra do Heroísmo: 15:00, Praça Velha - Evento no Facebook
  • Aveiro:  16:00, Estação CP -> Praça da República - Evento no Facebook
  • Barcelona: 17:00, Consulado de Portugal - 
    Ronda Sant Pere, 7 – Evento no Facebook.
  • Beja: 16:00 no Largo do Museu - Evento no Facebook
  • Boston18:00 na Boston Public Library (700, Boylston Street) –Evento no Facebook
  • Braga15:00 na Avenida Central – Evento no Facebook
  • Budapeste: “Flash mob” – 14:30, Liszt Ferenc tér - Evento noFacebook
  • Castelo Branco: 16:00 Pr. do Município – Evento no Facebook
  • Caldas da Rainha: 14:30 na Praça 25 de Abril – Evento no Facebook
  • Chaves: 16:00 no Largo das Freiras – Evento no Facebook
  • Coimbra: 15:00 Pr. República -> Pr. da Canção –  Evento no Facebook Marés: dos reformados: 14:30 Arcos do Jardim: daCultura: entrada de carga do Gil Vicente
  • Covilhã: 15:00 Pr. do Município – Evento no Facebook 
  • Entroncamento: 16h, em frente à estação da CP – Evento noFacebook
  • Estocolmo:  15:00 “tomar um café no “oscars”, trautear uma canção e bulinar Portugal” – Narvavägen 32 - Evento no Facebook
  • Évora: 16:00 na Pr. Giraldo – Evento no Facebook
  • Faro16:00 - Largo do Carmo/Jardim Catarina Eufémia - Evento no Facebook
  • Funchal: 16:00 na Praça do Município – Evento no Facebook
  • Guarda: 16:00 na Pr. Velha à frente da Sé Catedral - Evento no Facebook
  • Horta: 10:00, Pr. da República - Evento no Facebook
  • Leiria: 16:00 na Fonte Luminosa Evento no Facebook
  • Lisboa: 16:00 na Pr. Marquês de Pombal Evento no Facebook:
(Maré Branca da Saúde: Rua Viriato): 14:30 na Maternidade Alfredo da Costa Evento no Facebook -  Maré de Educação: 14:00 no Minist. da Educação (Av. 5 de Outubro) Evento no Facebook  - Maré dos Reformados: 16:00 na APRe! (Associação de Aposentados, Reformados e Pensionistas – Av da Liberdade, junto ao monum. mortos da Grande Guerra; Mulheres em Marcha – 15h30 – edifício PT Picoas - Facebook;  Maré Arco-Íris – 14h – R. Castilho - Facebook(d)Eficientes Indignados16:00 na esquina da Av. Da Liberdade com a Rua Alexandre Herculano)
  • Londres: 15:00 na Embaixada (11, Belgrave Square, SW1X 8PP) Evento no Facebook
  • Loulé: 16:00 na Pr. República (Mercado Municipal) - Evento no Facebook 
  • Madrid: 17:00 C. Lagasca, 88 – evento no Facebook
  • Marinha Grande: 15:00 Parque da Cerca - Evento no Facebook
  • Paris: 15:00 Consulado Geral de Portugal  rue Georges Berger,  Evento no Facebook.
  • Ponta Delgada: 15:00 Largo 2 de Março -> Rua de Lisboa -> Campo de São Francisco -> Avenida Marginal -> Praça Vasco da Gama -> Portas da Cidade – Evento no Facebook
  • Ponte de Sor: 16:00, Avenida da Liberdade
  • Portalegre: 16.30 horas na Praça da República, Evento no Facebook
  • Portimão: 16:00 Pr Manuel Teixeira Gomes (Casa Inglesa) – Evento no Facebook
  • Porto16:00 na Praça da Batalha - Evento no Facebook  Marés no Porto: Direitos humanos (SOS Racismo), às 16h na praça da Batalha – Evento no Facebook  Cultura, às 16h, à porta do cinema Batalha – Evento no Facebook , Educação, às 15h, junto à DREN (R. António Carneiro) - Evento no FacebookReformados (APRE), às 16h00, na praça da Batalha - Evento no Facebook
  • Santarém: 15:00 no Centro de Emprego, Prc Alves Redol - Evento no Facebook
  • Setúbal: 16:00, Largo José Afonso - Evento no Facebook
  • Sines: 15:00, Rossio - Evento no Facebook
  • Tomar: 15:00 no Jardim em frente ao Colégio-  Evento no Facebook
  • Torres Novas: 14:00 Pr. 5 de Outubro – Grupo no Facebook
  • Viana do Castelo: 15:00 na Praça da República - Evento no Facebook
  • Vila Real: 16:00 Câmara Municipal - Evento no Facebook
  • Viseu: 16:00 Jardim Santa Cristina - Evento no Facebook

- A partir de: aventar



segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

“Snipers” em Belém




Depois de na última “rentrée” política 1 dos partidos do governo ter trocado os ares do Pontal (ao que parece local escolhido desde 76) pelo retiro privado, com discursos ao ritmo do borbulhar aquoso do Aquashow; dos discursos das últimas “comemorações” da Implantação da República terem sido realizados no aconchego reconfortante e seguro do Pátio da Galé (ao que tudo indica pela 1ª vez desde o 25 de Abril) – com todas as entradas controladas e acesso restrito aos “convidados oficiais”. É noticiada a colocação de “snipers” da Unidade Especial da PSP em Belém (por certo estrategicamente distribuídos pelos telhados do presidencial palácio) no decurso da manifestação de 15 de Dezembro, que foi, aliás, retida a cerca de 160 metros dos muros do palácio.


O poder parece apostado em erguer fortificações e entrincheirar-se ...

Será que receiam alguma coisa?




Fotografia de “snipers” guardando as armas após a manifestação
(Imagem Correio da Manhã)





terça-feira, 13 de novembro de 2012

14 de Novembro - Acção Geral (5)



(...)

CGTP marca 39 concentrações em 12 distritos no dia da greve geral
Aveiro, Beja, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Viana do Castelo, Vila Real, Viseu, Açores e Madeira são, de acordo com a informação facultada à Lusa pela CGTP, distritos onde trabalhadores, desempregados e pensionistas poderão mostrar nas ruas o protesto que levou à marcação da greve geral. Em Lisboa, está marcada uma concentração para as 14h30, na praça do Rossio. Ver informação sobre concentrações aqui.
Quando anunciou esta ação de luta, o secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, apelou à convergência do movimento sindical na greve geral, dia não só de protesto mas também de propostas alternativas para o país. Será uma greve geral com o lema: “Contra a Exploração e o Empobrecimento, Mudar de Política - Por um Portugal com Futuro”.
No dia 14, os estudantes universitários também param
“No dia 14, não vamos às aulas”, lê-se num dos cartazes do movimento “Estudantes pela Greve Geral”, uma mensagem que dificilmente podia ser mais clara: eles não são trabalhadores, mas têm (muitos) motivos para protestar. E dia de Greve Geral é dia de parar: “Se o Governo fecha para alguns, nós fechamos por todos”.
O movimento “Estudantes pela Greve Geral” tem trabalhado na divulgação da precariedade no Ensino Superior, falando com professores e funcionários e debatendo formas de combater as desistências. E não são só os estudantes portugueses a associarem-se à luta dos trabalhadores: pelo menos em Espanha, em França, na Grécia e em Itália, muitos jovens já prometeram não ir às aulas no dia 14 de Novembro.
“A greve dos estudantes universitários é também por aqueles que não podem fazer greve e em solidariedade com os trabalhadores que fazem”, explicou ao Público uma das estudantes do grupo, Ana Júlia Filipe, que no dia 14 não vai às aulas também pela mãe, trabalhadora numa empresa há mais de 30 anos e sem salário certo por causa das dificuldades do empregador.


- A partir de:  Esquerda.net